Ninho para bebês garante sono tranquilo

Um dos grandes mistérios da vida dos bebês é o sono. Por isso, a maioria dos pais procuram soluções para essa fase de adaptação.

A pedagoga gaúcha Renata Fraga teve dificuldade com a rotina do sono da sua primogênita, Valentina (5). Grávida da segunda filha, ano passado, começou a pesquisar sobre o sono do bebê. Foi então que conheceu a Teoria da Exterogestação do pediatra americano Harvey Karp.

Os bebês nascem no terceiro trimestre por uma questão de compatibilidade céfalo-pélvica. Então, os primeiros três meses após o nascimento são considerados o quarto trimestre. Ou seja, é como se o bebê aqui fora ainda fosse um feto.

Simular a vida intrauterina é o melhor a ser feito. Como a técnica do ninho que é realizada em UTI Neonatal. Coloca-se uma toalha enrolada em volta do recém-nascido para que ele se sinta acolhido.

Renata queria algo mais aconchegante. Enquanto gestava Maitê, desenvolveu o Ninho Baby. Ideal para ser usado logo nos primeiros dias proporcionando bem-estar na hora do soninho. O produto é feito artesanalmente (leia-se com amor) com tecido 100% algodão e preenchido com fibra siliconada antialérgica.

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Por ser portátil, serve para berço, cercadinho, carrinho, moisés de vime, cama dos pais ou de acordo com a necessidade. Outra vantagem é que a lavagem pode ser feita na máquina (modo delicado). Secar ao vento jamais em secadora!

Além de prático, também é versátil pois sua bordinha auxilia como apoio na fase que o bebê começa a ficar sentadinho. Ele possui um cordão acetinado que permite a regulagem do tamanho (altura e largura) acompanhado o crescimento do bebê. Totalmente aberto pode ser usado como colchonete até um aninho!

Esse é um daqueles itens que já entra na lista do enxoval como indispensável! Para quem se interessou, vale a leitura nas redes sociais (Face e IG) dos vários depoimentos das mães que adquiriram. Lá também Renata sempre atualiza sobre a fundamentação, funcionalidade e resultados do seu trabalho.

O valor atual do produto é R$ 160 + frete. Para encomendas é só entrar em conato por in box, direct ou whats (51. 8524-9504). Quase um ano de confecção e já são mais 500 encomendas entregues aninhando os passarinhos mundo afora! Lembrando que ao comprar um ninho para o seu bebê você está fortalecendo o empreendedorismo materno.

Crosta láctea: o que é e como tratar

A crosta láctea é uma forma de dermatite seborreica comum em bebês. Tem início nas primeiras semanas de vida e sofre involução espontânea, geralmente, após oito meses. A doença caracteriza-se pelo aparecimento de escamas amareladas e aderentes no couro cabeludo da criança (“crosta láctea”) e, menos frequentemente, nas sobrancelhas e cílios. Nos quadros iniciais, o que chama a atenção da mãe é a presença de “caspas” resistentes a lavagem dos cabelos durante o banho.

A dermatite seborreica ocorre por estímulo das glândulas sebáceas do bebê pelos hormônios maternos durante a gravidez. A produção excessiva de sebo (“seborreia”) é um fator predisponente e, juntamente com a participação de um fungo comensal do gênero Malassezia, desencadeia a aparecimento de lesões de pele.

É importante esclarecer à mãe que a crosta láctea é inofensiva, não contagiosa e sem relação com falta de higiene.  Na grande maioria dos casos, tem um curso autolimitado, podendo ou não reaparecer durante a puberdade.

Então, como devemos tratar a crosta láctea? Uma medida simples e eficaz é a aplicação de óleo de amêndoas doces no couro cabeludo do bebê, 30 minutos antes do banho, para amolecer as escamas aderidas. Em seguida, lavar delicadamente o couro cabeludo com shampoo infantil neutro e secar bem com toalha macia. Não se deve tentar remover as escamas aderidas com os dedos para não irritar a pele e causar infecção secundária.

Em caso de persistência da crosta láctea, aparecimento de vermelhidão e descamação na pele do bebê, prurido ou desconforto, um dermatologista deverá ser consultado.


Dra. Marianne Farache (CRM-RN 6039 / RQE 2254)

Dermatologia Pediátrica pela Escola Paulista de Medicina – UNIFESP

Dermatologista da Sociedade Brasileira de Dermatologia – SBD

www.mariannefarache.dermatosbd.org.br

O que você precisa saber sobre acne neonatal

Este é o primeiro post da série Cuidados com a pele do bebê feito especialmente para o blog pela dermatologista pediatra Marianne Farache.

São problemas bem comuns mas que podem nos preocupar e por isso é importante saber como lidar!

Deixo com vocês a orientação da Dra. Marianne (minha amiga dos velhos e bons tempos de escola).

A acne neonatal pode estar presente ao nascimento ou surgir nas primeiras semanas de vida do recém-nascido. Por que ocorre acne em bebês? Durante a gravidez, os hormônios maternos estimulam as  glândulas sebáceas do bebê e favorecem o aparecimento desse tipo de erupção de pele.

O quadro clínico caracteriza-se pelo aparecimento de comedos (“cravinhos”), pápulas e pústulas, principalmente no nariz e bochechas. É importante que a mãe não se assuste ao perceber acne no bebê, pois as lesões tendem a desaparecer espontaneamente, sem a formação de cicatriz, dentro de um a três meses.

A limpeza diária com água e sabonete neutro é suficiente para tratar a maioria dos casos.  Nos quadros moderados a graves, persistentes ou com sinais associados de puberdade precoce, é importante procurar o médico dermatologista para uma avaliação cuidadosa e prescrição de tratamento específico para essa faixa etária.


Dra. Marianne Farache (CRM-RN 6039 / RQE 2254)

Dermatologia Pediátrica pela Escola Paulista de Medicina – UNIFESP

Dermatologista da Sociedade Brasileira de Dermatologia – SBD

www.mariannefarache.dermatosbd.org.br