A culpa é de quem

Da mãe, ora… (leia bolinhas, por favor).

Vai me dizer que nunca ouviu a frase quando nasce um filho a culpa vem junto.

Ou então: quem pariu Mateus que o embale.

Pois é, minha gente. Fazer o quê? Libertar as mães!

A culpa existe? Sim, faz parte. Se você é mãe e nunca sentiu uma pontinha de culpa, Ok!

Mas 100% das que conheço assumem ou demonstram.

Agora, precisa carregar o peso da culpa? Nããão!

Já sofri bastante mas com o tempo fui curando algumas feridas e ressignificando o sentimento de culpa.

Somos julgadas e também nos julgamos.

Com o tempo, entendi que sou a melhor mãe que posso ser para o meu filho.

São tantas cobranças… Não vou nem contar aqui para não assustar. Mas quem é mãe sabe como é.

Péra. Só um pouquinho. Amamentar e sentir vontade de namorar (leia-se séquissu). Quem tem? Libido, milha filha, cadê você (eu perguntava). Por aí vai.

Nos últimos dois anos a pressão aumentou. Particularmente, vejo dessa forma.
Em contrapartida, também reconheço que nós mulheres estamos mais unidas.
Inclusive, quando compartilhamos nossas histórias é o mesmo que dar as mãos ou um abraço.
Vamos tornar a culpa leve. Faça dela um instrumento de reflexão.

Se a culpa bater a sua porta abra e puxe a cadeira para uma conversa.

Papo reto. Sem firulas. Todo mundo já é adulto. Resolvido? Pronto. É beijo e tchau!

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