Minha velha infância

Muita gente trocou a foto no perfil do Face por uma de quando era criança.

Eu não fiz isso mas vim contar um pouquinho da minha infância.

Quando eu era pequena colecionava papel de carta.

Era mimada e arengava* com o irmão e com os primos também (fazia as pazes depois).

*Nordestinos entenderão.

Tinha ciúme do meu pai assistindo o jornal da Lílian Witte Fibe.

Tinha ciúme da minha mãe com a minha prima.

Tinha ciúme do meu irmão com a namorada.

Imitava a Rosana cantando O Amor e o Poder.

Passava férias nas casas das minhas tias.

Adorava colorir as revistas de colorir.

Brincava de boneca e casinha.

Pulava elástico e jogava queimada.

Andava de bicicleta e de patins.

Minha amiga imaginária se chamava Lúcia.

Gostava de ler HQ e ver os filmes clássicos da Disney.

Sonhava com a história da Mary Poppins.

Minha infância foi a melhor que eu poderia ter.

Coloquei o que veio surgindo enquanto escrevia.

E vou deixar aqui uma foto da minha fase índia.

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Em todo adulto espreita uma criança – uma criança eterna, algo que está sempre vindo a ser, que nunca está completo, e que solicita, atenção e educação incessantes. Essa é a parte da personalidade humana que quer desenvolver-se e tornar-se completa. Carl Gustav Jung

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