Mãe ativa e ativista

Carolinie Figueiredo é mãe da Bruna Luz (2 anos) e do Theo, que nasceu dia sete de março.

Ela definiu sua segunda gravidez como a “gravidez da beleza”, pois colocou a barriga para fora e exibiu sua sensualidade.

O empoderamento foi aos oito meses e ela classificou o momento como intenso, doloroso, inesquecível e maravilhoso.

Em 25 de fevereiro, a atriz postou em seu Instagram o livro da Lívia Penna sobre parto natural.

livro-lívia

O Theo nasceu de um parto natural domiciliar (no banheiro) e a Carol disse que só conseguiu escolher o nome quando olhou para o rostinho dele (ainda sentada no chão).

theo

Ela também aproveita para ler durante as mamadas do Theo, como mostrou nesta foto:

lendo-mamando

Há duas semanas, foi seu aniversário e a atriz compartilhou um depoimento nas suas redes sociais.

Sempre tive a intuição que minha vida mudaria aos 25. Sempre me imaginei MAGRA aos 25… mas parece que agora estou bem distante disso (ainda faltam 11 meses e 30 dias rs)

Há dois anos e meio a permissão de me tornar mãe, assim tão de surpresa, me tirou de um lugar comum, de risadas histéricas e estéreis. Da superficialidade do meu ser.

Com a primeira gravidez e amamentando Bruna Luz até um ano, achei que já tinha aprendido tudo, que tinha sido a mãe mais completa e poderosa! Os desafios com ela estavam só começando.

Hoje, aos 25, posso dizer que a vida se comunica a cada instante comigo, na verdade ela sempre falou mas depois da experiência do meu parto e a chegada de Theo (Deus num conceito de sagrado, divindade) eu simplesmente não posso mais ignorar esse chamamento.

E os psicanalistas me disseram que estou no meu processo de individuação, desencadeado pela maternidade.

Ainda não pesquisei sobre isso, quero sentir antes de racionalizar.

Seja lá o que for, dói, mas é bom. Parir também “dói” mas é bom. Perder a virgindade pra mim não doeu, e não foi bom.

Abraçar… acolher a dor de crescer, de se frustrar… de estar exausta e continuar sendo solicitada… Entender que a vida segue caminhos que não controlamos, mas a sensação de saber para onde ir, mesmo sem saber, pois não se tem medo do desconhecido; conforta. Às vezes. Um pouco.

Já desisti de olhar para o lado e me comparar, isso já saquei que sempre foi um truque da minha insegurança (leia-se baixa auto-estima) para me deprimir.

Nem olho pro passado porque ainda dói, mas já sei que doer é bom quando liberta.

Nem olho pro futuro pois ficaria cheia de expectativas, ainda mais ansiosa e como comecei falando sobre emagrecer, pro futuro eu não olho mesmo.

Hoje olho pra dentro. E Parabens pra mim!!! (sic)

Eu lembro da Carolinie interpretando a Domingas, mas não imaginei que ela me surpreenderia mesmo no seu melhor papel, o de mãe (ativa e ativista). Parabéns, por chegar aos 25 assim, tão plena e iluminada!

ativista-carol

Palavras-chave: Carol. Theo. Empoderada. Ativista. Maternidade ativa. Mamadas livre. 

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2 comentários em “Mãe ativa e ativista

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