Um convite para conhecer a Constelação Familiar

Hoje o blog traz a participação da facilitadora em Constelação Familiar e pós-master em PNL, Daniella Medeiros. Ela é autora do livro Organize sua vida em 21 dias e foi minha professora na graduação. Daniella preparou este artigo e me enviou com o seguinte depoimento: a Constelação transformou minha vida para melhor e espero que outras pessoas tenham essa oportunidade.

Outro dia estava navegando pelo Facebook e vi que uma amiga havia mudado o status para “em um relacionamento sério”. Quando fui ver quem era a pessoa, era o filho dela. Em outros casos já havia visto as mães colocando que seus filhos são príncipes, amor maior, amor da minha vida, etc. A coincidência é que muitas delas estão separadas dos pais dessas crianças. Essas mães estão preparando esses meninos para serem os tão conhecidos “filhinhos da mamãe”.

Eles vão crescer desejando muito corresponder essa expectativa da mãe de ser o “príncipe” delas e vão se tornar muito sensíveis e super amigos das mulheres e, o pior, vão desprezar seus pais e, talvez, a figura masculina. Enquanto crianças, esse comportamento atencioso, que faz tudo pela mãe e chama a mãe para fazer atividades simples por ele também demonstrando dependência, pode ser agradável.

A questão piora quando elas crescem e não deixam a mãe se envolver em outro relacionamento amoroso, adoecem muito, não conseguem ter sucesso profissional e muito menos terem um casamento satisfatório.

Para evitar esse insucesso na vida, as providências precisam ser tomadas enquanto nossos filhos são crianças. Para elas serem felizes, nós, mães, precisamos reconhecer a nossa carência como mulheres e colocar as crianças no lugar delas – de filhos – e reconhecer a importância do pai. Afinal, sem o pai, esse filho jamais existiria.

A Constelação Familiar elucida essas relações de forma muito eficiente, trazendo à consciência que, o que buscamos em nossos filhos, podemos buscar em nossos pais que nos geraram e que nos veem como crianças sempre. Quando estamos preenchidas pela força de nosso pai e pela grandeza de nossa mãe podemos realmente vivenciar um amor pleno. Assim, transmitimos esse amor sem julgamentos para nossos filhos e relacionamentos.

A Constelação familiar foi desenvolvida por Bert Hellinger e é fundamentada em diversas formas de psicoterapia familiar, dos padrões de comportamento que se repetem nas famílias e grupos familiares ao longo de gerações.

Para isso, ele descobriu que a fenomenologia mostra claramente o problema e sua solução a partir da psicoterapeuta americana Virginia Satir, quando esta trabalhava com o seu método das “esculturas familiares”, onde uma pessoa estranha, convocada a representar um membro da família, passa a se sentir exatamente como a pessoa a qual representa, às vezes reproduzindo, de forma exata, sintomas físicos da pessoa a qual representa, mesmo sem saber nada a respeito dela (Wikipedia).

A Constelação familiar tem como base três princípios norteadores:

  1.      A lei do pertencimento (inclusão);
  2.      A lei do dar e receber nos relacionamentos;
  3.      A lei de honrar quem chegou primeiro (reverenciar e agradecer).

A partir desses princípios e da fenomenologia, é possível realizar um trabalho que traz de volta a harmonia para toda a família deixando para trás certos comportamentos que aprendemos mas que não nos serve mais por fazer mais mal que bem.

O desafio para realizar essas mudanças é grande. Mas, somos capazes de fazer o possível e o impossível para o bem-estar de nossos filhos e para a felicidade deles no futuro, não é?

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