Um livro cor de rosa

Há alguns dias, recebi o livro Botei o bebê de bruços.

São crônicas de uma mãe de três filhos.

Histórias reais que falam de bebês, crianças, mães, pais e avós.

Dúvidas, sonhos, alegrias e cuidados. E por que não, preocupações?

Eu estava esperando o momento ideal para me entregar a essa leitura.

Ontem, já tarde da noite, fui até a minha estante e procurei o livro cor de rosa.

A autora, Mariana Copelli, fez uma carinhosa dedicatória para mim.

botei-o-bb-de-bruços

Ler para mim é como devorar um doce e foi assim com o livro da Mari.

Só o fechei quando cheguei ao fim e ainda fiquei com gostinho de bis.

Portanto, Mari, aqui vai a minha sugestão: continue escrevendo.

Na minha licença li vários livros enquanto amamentava meu filho.

Lembro que uma tia quando foi me visitar na maternidade levou um livrinho (de bolso) com palavras mágicas para as mães (leia o post de aviso aos visitantes).

Se você tem uma amiga de primeira (segunda ou terceira) viagem e quer oferecer um presente perfeito, dê o livro Botei o bebê de bruços (o título é provocativo mesmo).

Mariana Sutti Copelli é mãe do Emanuel (7), do Enrico (5) e da Micaela (1).

Ela colocou no papel sua experiência materna e quis dividi-la com outras mães.

O livro foi lançado em setembro do ano passado e pode ser comprado no site do Clube dos Autores.

Não pense que a Mari vai ensinar a colocar o bebê de bruços, o livro não tem receitas, fórmulas ou manual.

São 12 capítulos que emocionam e encantam o leitor.

Eu me senti tão próxima da autora que a sensação é que estávamos conversando no parquinho.

Quando li sobre o sonho que revelou o nome do seu primeiro filho fiquei tocada com a mensagem.

Mariana é uma boa parideira (três partos normais) e como ela mesma diz: dar à luz é ponto de explosão.

Contração dói, sim. É uma dor aguda e passageira. Mas é uma dor carregada de expectativa e felicidade.

Ela conta sobre como foi sua preparação para o primeiro filho: livros e cursos. Mas na prática, seu pacotinho só fazia chorar. Então, fez uma lista de perguntas e partiu para o médico. E ele só respondia: você que sabe. Depois, lá na frente, ela descobre que ser mãe é isso mesmo: seguir instinto.

Formada em Propaganda e Marketing pela ESPM-SP, Mariana trabalhou na área de Marketing de grandes empresas (nacionais e multinacionais). Quando colocou o Emanuel no berçário, aos quatro meses, percebeu que perderia o acompanhamento de seu desenvolvimento e pediu demissão do emprego. Largou a carreira para ser mãe em tempo integral.

Mari também é fascinada pela amamentação e relata como foi amamentar cada um dos três filhos.

A hora do banho faz parte da história, momento de muitas dúvidas para os pais principiantes.

No capítulo Avós e bicicletas eu chorei ao ler a metáfora que ela fez. Não tem como não se identificar.

O livro termina com os bastidores de mãe. Nem tudo é perfeito e, às vezes, perdemos o controle da situação.

Meus filhos me dão a oportunidade de crescimento e evolução, nesta experiência intensa e transformadora que vivenciamos juntos.

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2 comentários em “Um livro cor de rosa

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